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Como Montar Uma Equipe De Sucesso?
08.08.2018 06:51


Como Construir Mais Valor Na sua Empresa - Cadeia De Valor De Porter


Diante de videos que consideram inadequados, como publicidades incisivas e promoção de desafios nocivos, pais e mães têm problemas de monitorar o que os filhos veem no YouTube. O comentário em uma post do Movimento Infância Livre de Consumismo (Milc), com sugestões de canais adequados para gurias, resume esse receio: “Parece que quanto mais bloqueio mais opções aparecem”.


Por isso, famílias e associações criam estratégias numerosas pra filtrar o que os filhos acessam. O Ministério da Justiça não prevê a constituição de uma classificação indicativa pro assunto virtual no Povo. As considerações envolvem, principalmente, vídeos de “unboxing” (abertura de presentes ou embalagens, para fazer publicidade do objeto), consumo de guloseimas e desafios considerados perigosos.


O Milc, gerado por mães e pais em 2012, faz campanhas e mobilizações contra o consumismo pela web e pretende integrar dicas de páginas virtuais adequadas. Para parte dos pais, o ideal seria que o próprio YouTube fizesse uma “curadoria” ou que o governo fizesse a classificação indicativa de canais com tema para gurias e jovens e classificá-los por faixa etária.

  1. Melhor design
  2. Papel Adesivado ou Etiqueta (acabamento Glossy também)
  3. Mary Kay
  4. seis - Tradução
  5. quatro - Diário de um estudante de certo

Segundo a publicitária Mariana Sá, de 40 anos, uma das criadoras do Milc, no entanto, uma classificação indicativa seria inviável devido ao amplo volume de filmes disponíveis pela internet. Do mesmo jeito, ela acredita que boicotar a tecnologia é utópico. “Aí vai fazer o quê? Transportar para o mato? Pra Mariana, por mais que os pais tentem escapar, o envolvimento é quase inevitável. “O equipamento da ‘zoeira’ dos youtubers é o mesmo que causa fascínio dos adultos por pegadinhas e videocassetadas”, diz. Pra Pedro Hartung, advogado do Instituto Alana, o YouTube deveria amparar um sistema automático de classificação indicativa com base em sugestões oferecidas pelos canais.


Hoje, o tema para maiores de dezoito anos só é acessível por intermédio de login que comprove a idade. Dos cem canais brasileiros com mais visualizações, 52 são produzidos pra garotas de até doze anos, segundo levantamento de vinte de abril, feito pela coordenadora do ESPM Media Lab, Luciana Corrêa. Na mesma data, seis dos 10 mais conhecidos eram focados nessa faixa etária.


Os 500 mais vistos pelo mesmo público ultrapassam 117 bilhões de visualizações. Segundo ela, um fenômeno recente é a mudança de tema para seguir o amadurecimento do público. “Essa geração que cresceu assistindo ‘unboxing’ e Galinha Pintadinha imediatamente está no ‘teen’, que é a ordem que mais cresce”, indica. Um exemplo é Pedro Lopes, de 21 anos, que lançou o canal RezendeEvil em 2012, com tópico no jogo Minecraft.


Hoje, seus filmes são focados principalmente em gincanas e pegadinhas (as “trolladas”) entre jovens, durante o tempo que o tema a respeito do jogo fica no canal RezendeEvil Minecraft - lançado existe um ano, mesma data em que criou o Canal do Rezendinho. Juntos, somam 6 bilhões de visualizações. Desse assunto, surgiram 2 perfis distintos entre o público infantojuvenil: youtubers mirins que copiam trejeitos de adultos e adultos que agem de forma infantilizado. No entanto, pra Luciana, não é uma novidade: “a Xuxa era uma figura adulta com voz infantilizada, não muito distinto do que há hoje”. Influencers. Anônimos pra adultos, youtubers como Christian Figueiredo, Julio Cocielo e as gêmeas Melissa e Nicole colecionam milhões de seguidores.

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